Por que diversificar internacionalmente o patrimônio familiar
Concentrar todo o patrimônio em uma única moeda e em uma única jurisdição expõe a família às oscilações de um só mercado. A diversificação em moedas fortes, como o dólar e o euro, e o acesso a mercados internacionais ajudam a preservar o poder de compra e a ampliar oportunidades de longo prazo.
Para famílias empresárias, a diversificação internacional também acompanha a realidade de herdeiros que estudam, vivem ou empreendem fora do país.
Como a holding organiza investimentos no exterior
A holding funciona como o centro de comando do patrimônio: concentra as decisões, define a governança e integra os ativos no Brasil e no exterior em uma arquitetura societária globalizada.
- Holding internacional para famílias brasileiras, com estruturas adequadas a cada jurisdição;
- Planejamento sucessório com ativos no exterior, integrado às regras de governança da família;
- Organização das obrigações declaratórias, como a Declaração de Capitais Brasileiros no Exterior (CBE) ao Banco Central, quando aplicável, e a tributação de aplicações no exterior prevista na Lei nº 14.754/2023;
- Investimentos em startups, fundos imobiliários e participações societárias fora do país.
Due diligence e adequação ao perfil
O acesso a investimentos internacionais é estruturado por meio de parcerias consolidadas no mercado de capitais. Cada alocação passa por due diligence e é desenhada conforme o perfil, os objetivos e o horizonte do núcleo familiar ou do investidor.
Perguntas frequentes
Como diversificar patrimônio em dólar e euro com holding?
A holding concentra as decisões e pode deter participações e investimentos no exterior, de forma direta ou por estruturas internacionais. A alocação é definida no diagnóstico, conforme o perfil da família, com due diligence e conformidade regulatória.
Uma holding brasileira pode investir no exterior?
Sim. Holdings brasileiras podem deter ativos e participações fora do país, observadas as obrigações declaratórias e tributárias aplicáveis, como as regras do Banco Central e da Lei nº 14.754/2023.
Ativos no exterior entram no planejamento sucessório?
Sim, e devem entrar desde o início. A estrutura considera a jurisdição de cada ativo, a residência dos herdeiros e as regras de governança, evitando sucessões fragmentadas em diferentes países.